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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ler o rótulo e não optar pelas opções mais baratas ajudam a evitar o problema Infelizmente acontece com mais frequência do que o necessário... Depois de perder o maior tempão caprichando no make, você começa a sentir a pele coçar, ficar vermelha, às vezes os olhos ardem e a boca pode até ter inchar ligeiramente. Pois é, alergia à maquiagem não tem nada de frescura. Se esse é seu caso, saiba agora como lidar com esse problema que afeta muitas mulheres. Por que a alergia aparece? Se você é o tipo que não possui alergia a nada, há grandes chances de poder usar qualquer tipo de maquiagem sem preocupação. Infelizmente, as pessoas com rinite ou que são alérgicas a outras coisas, de animais de estimação a poeira, têm mais facilidade pra sofrer quando passam maquiagem. A alergia ao make pode ser causada por vários componentes do próprio, como o óxido de ferro (também conhecido como pó de alumínio), responsável por dar cor, os conservantes, que, como o próprio nome já diz, fazem os produtos durar mais tempo, ou até mesmo pelas fragrâncias que alguns produtos têm. Nesse caso, se você conseguir identificar o que vem lhe dando problema, basta parar de usar, substituindo por outro produto sem a substância que lhe faz mal. Infelizmente, não existe cura: o jeito é substituir. Alerta! Produtos muito baratinhos, desses que você paga menos de R$ 3,00 merecem ficar sob observação, ok? Infelizmente, os bons produtos precisam de matéria-prima um pouco mais cara. Makes com prazo de validade vencido só podem ter um destino: o lixo. Alergia que vem do nada Pode acontecer, sim, de você usar toda a vida um produto que, do nada, passa a lhe causar desconforto. Isso porque os componentes alérgicos podem ter efeito cumulativo. Por exemplo, enquanto você está em dia com seu sistema imunológico, tudo tranquilo. Mas em um dia, quando está mais sensível, alguma substância pode lhe dar alergia. Se isso acontecer com você, questione todos os produtos que usa, do xampu ao perfume, passando pela maquiagem, é claro. Suspenda o uso de alguns até descobrir de onde vem a irritação ou procure seu dermatologista. Maquiagem que não faz mal Se você já sabe de cara que tem alergia à maquiagem, opte sempre pelos produtos hipoalergênicos. Eles não contêm as substâncias que causam dermatites nas peles mais sensíveis. Apesar de (bem!) mais caros, são a salvação dos alérgicos. As marcas importadas Clinique, Vichy, M.A.C e as nacionais Dermage e Vitaderm são as mais conhecidas. Mas vale a pena ir testando várias até encontrar a ideal pra você, como a da Natura e da Avon, que caíram no gosto popular. E você sabe, a voz do povo. E os makes minerais? De um ano pra cá, eles ganharam as páginas de revistas femininas e o gosto das entendidas no assunto. Isso porque esse tipo de maquiagem é feita com produtos extraídos da natureza, sem química forte ou cores muito artificiais (pode reparar, os tons da maquiagem mineral ficam bem mais suaves). Além disso, esse tipo de produto tem ação calmante, não obstrui os poros e inclusive trata a pele. Segundo maquiadores e as apaixonadas por make, o efeito é mais natural, fica lindo. E você sabe, né? Segundo maquiadores famosos, o segredo da maquiagem bem-feita é não parecer artificial. Vale dar uma chance aos produtos minerais, mesmo porque é fácil de encontrar, toda marca que se preze já possui sua linha. Outro cosmético que merece atenção O esmalte mais comum e barato quase sempre tem em sua composição o formaldeído, que causa alergia em muita gente. Por isso, fique atenta e leia o rótulo, ok? Se você for sensível a essa substância, a opção mais uma vez são os hipoalergênicos. Segredinhos da pele perfeita Antes de começar a maquiagem, alguns cuidados são essenciais para preparar a pele, como: - Limpar e hidratar bem. Use um sabonete próprio para tirar o excesso de oleosidade do rosto e, depois, um hidratante para seu tipo de pele, próprio para o rosto. -Espalhe, antes mesmo da base, um primer. Esse produto funciona como uma base sem cor que ajuda a fechar os poros, tirar o brilho da pele e fazer seu make durar muito mais tempo. Tem que ter! - Nunca durma com a maquiagem ou deixe mais tempo que o necessário. A limpeza precisa ser feita com sabonete e demaquilante, que é o mais indicado para tirar os produtos mais resistentes, como a máscara para cílios. - Na hora de comprar, escolha um produto que lhe faça bem. Hoje em dia muitos makes vêm com fator FPS na formulação. Ficar linda de dentro pra fora é sempre melhor, não acha? fonte: http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/13373-alguns-cuidados-ajudam-a-evitar-alergia-a-maquiagem?utm_source=news_mv&utm_medium=repick_beleza&utm_campaign=455877

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Drenagem linfática estimula circulação e traz bem-estar

O objetivo da drenagem linfática é ajudar a eliminar as toxinas do corpo e aliviar pontos de tensão para desobstruir a linfa (líquido que circula nos vasos linfáticos) como, por exemplo, a região do trapézio - que é uma área de tensão fica nas costas entre os ombros. Este ponto tensionado compromete a linfa do pescoço, que é a mais importante do corpo humano. Se nós aliviarmos a tensão do trapézio com massagens relaxante, vamos automaticamente desbloquear a linfa, e ao mesmo tempo nosso corpo vai sentir prazer e bem estar profundo. Essa sensação trás equilíbrio para o corpo, e ao mesmo tempo saúde para o sistema linfático. Quando fazemos uma drenagem linfática, temos que mergulhar com os toques sutis e bombeamentos como se estivéssemos sentindo ondinhas do mar. Elas passam levemente e levam as águas tranquilamente, como se a tranquilidade conseguisse alcançar a magia da leveza e a harmonia do corpo. O toque com compressão e descompressão auxilia muito o sistema linfático, e dá a sensação de eutonia - equilíbrio do tônus muscular - para a pele e musculatura. Sou contra as drenagens linfáticas com massagens modeladoras, onde os movimentos são fortes - já que o intuito é melhorar a celulite e gordura localizada. Quando a massagem é forte, pode acontecer uma distrofia tanto na pele como na musculatura - em suma, essas estruturas ganharão muita flacidez. Pode ser que na juventude - até uns 30 anos - isso não se perceba, mas o futuro é comprometedor. Além disso, a massagem forte pode até mesmo inflamar as linfas, comprometendo a circulação. Não é apenas a mente que precisa de férias e descanso, mas também o corpo e nossos músculos. É importante o desbloqueio de certos pontos do corpo humano para ajudar a destravar as linfas. Toques mais profundos em certos pontos de nosso corpo, ao mesmo tempo em que liberam a circulação, regeneram o tecido, musculatura, e colaboram com o desbloqueio do sistema linfático. O nome que se dá a estes pontos comprometedores é aponeurose. Aponeurose é uma membrana que envolve grupos musculares, isto é, a fáscia do músculo. Muitas vezes, há um enrijecimento desta área, comprometendo a circulação e a parte do sistema linfático. Aprenda a fazer a drenagem linfática Antes de começar a massagem, o ideal é alongar nas pernas. Deitado, você pode pegar uma toalha de rosto, dobrada de comprido, pisar no meio dela, esticar as pernas para cima o máximo que puder e puxar as bordas da toalha. Depois, relaxe e comece a massagem, com a perna para cima, se possível. Na parte interna da perna, acima da linha do calcanhar, nós temos os ossinhos dos pés, os maléolo, onde iniciamos a massagem com o dedo médio. Os outros dedos servem de apoio. Massageie em forma circular. Imagine que está pegando gotículas dágua, que devem ser levadas até a virilha (região inguinal), para o líquido poder ser liberado pela urina. Então começamos a jornada sentindo a bolinha e correndo com ela, só que vamos fazendo bombeamentos consecutivos e deslizamentos nos intervalos. O movimento deve ser muito sutil, como ondinhas do mar, com efeito suave sobre a pele. Devemos fazer uma pausa nos furinhos atrás dos joelhos - a região do poplíteo -, mais próxima à lateral da perna. Ali, vamos circular e puxar a gotícula d'água, percorrendo pela lateral até chegar na virilha. Nessa região, com a pressão de todos os dedos vamos fazer compressão e descompressão, de forma harmoniosa e que proporciona alívio. As manobras podem ser repetidas mais três vezes, se for de seu desejo. O movimento deve ser repetido nas duas pernas. Alguns dos ativos naturais que podem ser usados para estimular a circulação são: Centella Asiática, algas, café, guaraná entre outros. Alterne as mãos em movimentos de baixo para cima. Por exemplo: Inicie na base do pé e corra com uma mão e depois com a outra até o joelho por oito vezes, depois repita o movimento do joelho à coxa superior. A região do pescoço é onde o sistema linfático é concentrado, sendo uma boa área para começar seus movimentos, de modo a já ajudar no desbloqueio geral. Comece pelas laterais do pescoço, em sua base, junto ao maxilar, e deslize pelos lados com movimentos como se fossem ondinhas da maré. Deslize como se levasse gotículas d'água em direção às axilas. Depois levante o braço e faça compressão e descompressão na axila por duas vezes. Na região do abdômen, você pode circular o umbigo e depois ir abrindo, como uma espiral, por 12 vozes. Depois, use a mão direita para fazer movimentos de ondinhas da cintura para baixo, em direção ao púbis. Repita o movimento do outro lado. Isso ajudará a murchar o abdômen. O plexo solar dos pés também ajuda estimular a linfa. Quando estiver cansado, pise em uma bolinha de tênis ou em um limão e pressione os pés. fonte:http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/13934-drenagem-linfatica-estimula-circulacao-e-traz-bemestar?utm_source=news_mv&utm_medium=beleza&utm_campaign=451951

Acerte na escolha do sapato sem prejudicar o seu corpo

Eles são considerados a paixão de muitas mulheres e viraram até fetiche de consumo. Sapatos dão um charme a mais no visual, mas alguns tipos exigem cuidados, pois podem causar estragos na estrutura do nosso corpo - de dor nas costas a joanete, bolhas e calos. "O melhor calçado é o tênis, enquanto sapatos com salto plataforma, salto muito alto associado ao bico fino e salto alto simples são os piores", afirma o ortopedista Marcelo Cavalheiro, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e médico do Hospital Israelita Albert Einstein. Conheça os sapatos que mais prejudicam o seu corpo e saiba como amenizar os malefícios. Salto alto demais Resistir à sua elegância é difícil, mas o salto alto demais traz muitos prejuízos ao corpo. Segundo o ortopedista Marcelo Cavalheiro, esse tipo de calçado pode causar hiperlordose (acentuação da lordose, que é uma curva natural da coluna) e dor nas costas. Nos joelhos, pode ocorrer a chamada síndrome femoropatelar (dor na região da patela, também conhecida como rótula) e condromalácia patelar (machucado da cartilagem da patela), além do risco maior de entorse (distorção violenta que rompe os ligamentos de uma articulação), que gera ainda mais lesões. No tornozelo, também pode haver entorse, machucando a cartilagem ou os ligamentos dessa região. Os prejuízos são sentidos ainda nos pés: "O peso da pessoa fica no antepé, o que pode ocasionar metatarsalgia (dor na parte frontal do pé), joanete, calosidades, bolhas e retração do tendão de Aquiles?, conta o ortopedista. Por esse conjunto de problemas, a pessoa pode desenvolver algum tipo de problema postural com o uso constante de salto. "Também pode acontecer de os músculos isquiotibiais - aqueles que vão da perna até acima dos quadris - ficarem encurtados, gerando ainda mais sobrecarga na coluna", diz o ortopedista Fabiano Faria, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. A solução para as amantes de salto é simples: diminuir o tamanho. "Deve-se evitar usar esse salto muito alto em muitos dias da semana, já que, quanto mais se usa, maior será a incidência dos problemas", aconselha Fabiano. Salto fino demais Toda mulher vira uma equilibrista quando calça um sapato com salto fino demais - o que é um grande problema, já que a caminhada fica instável e o corpo, desequilibrado. "Esse salto pode provocar os mesmos transtornos do salto alto, além de agravar ainda mais o entorse de joelho e tornozelo", explica Marcelo Cavalheiro. Para o ortopedista Fabiano Faria, a única solução é aumentar a largura desse salto, para que o caminhar fique mais estável: "Quanto mais fino, mais instabilidade para caminhar a pessoa terá". Sapatilha Mesmo eleita como um dos sapatos mais confortáveis, a sapatilha também tem as suas restrições. Ela não tem sistema de amortecimento, o que aumenta o impacto ao caminhar. "O excesso de impacto pode gerar consumo de cartilagem de quadril, joelho, coluna e tornozelo, porque ocorre uma sobrecarga nessa cartilagem", diz o ortopedista Marcelo Cavalheiro, que lembra que o uso excessivo da sapatilha também pode gerar inflamação no tecido gorduroso que reveste o calcanhar, chamado de coxim gorduroso do calcâneo. Além disso, por ser baixinha demais, a sapatilha pode causar dores no tendão de Aquiles e fascite plantar (o famoso esporão), para quem não tem muita flexibilidade. "Até a pessoa melhorar o alongamento, ela pode usar um salto pequeno, de 2 a 3 cm, para o pé ficar ligeiramente inclinado, compensando a falta de alongamento", diz Fabiano Faria. Mas, se você não abre mão da sapatilha, tente usar uma palmilha de silicone ou espuma. Rasteirinha Apesar de também ser confortável, esse calçado é baixo demais e enfrenta problemas similares à sapatilha: pode levar ao desgaste de cartilagens de quadril, joelho, coluna e tornozelo se usadas em excesso. "A rasteirinha também aumenta a incidência de entorse de joelho e tornozelo e quedas, já que se prende facilmente em qualquer irregularidade do chão", alerta Marcelo Cavalheiro. Para aliviar os problemas, a solução é a mesma da sapatilha: procurar um sapato com salto pequeno ou com mais amortecimento. Salto plataforma O salto plataforma é um dos piores: acumula os prejuízos de ser alto demais - lesões na coluna, joelho e tornozelo -, e é muito instável, já que eleva tanto a parte da frente quanto a parte de trás do pé e aumenta o risco de torções. "Essas torções costumam ser bem graves, já que, com esse tipo de sapato, o pé costuma ficar muito acima do chão", alerta o ortopedista Fabiano Faria. Sapatos de bico fino O scarpin de bico fino é chique, mas seus pés podem sofrer com essa elegância. Segundo o ortopedista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, esse sapato não deixa espaço para os dedos e pressiona-os demais, causando deformidades, tais como calosidades, bolhas e o famoso joanete. Fabiano aconselha que os sapatos de bico fino sejam substituídos por aqueles de bico mais alargado, principalmente se a pessoa tiver tendência a desenvolver joanete. Sapato com numeração errada A cena é clássica: basta achar um sapato maravilhoso e com um ótimo desconto que fica difícil resistir à tentação de levá-lo, mesmo que a numeração não seja exatamente a sua. No entanto, seja maior ou menor que seu pé, um sapato mal encaixado provoca calosidades e bolhas. "O sapato deve ser confortável para evitar quedas e bolhas, ou seja, precisa estar na o numeração correta", indica Marcelo Cavalheiro. fonte:http://www.minhavida.com.br/beleza/galerias/14632-acerte-na-escolha-do-sapato-sem-prejudicar-o-seu-corpo?utm_source=news_mv&utm_medium=beleza&utm_campaign=451951

Excesso de sódio na comida transforma coração em bomba-relógio

Um acordo do Ministério da Saúde com a indústria alimentícia prevê a redução gradual de sódio em diversas categorias de alimentos no Brasil. A lista inicial contém 16 variedades, que incluem massas instantâneas, pães e bisnaguinhas. Agora, o ministro Alexandre Padilha detalhou as metas de mais sete alimentos, com foco em produtos muito consumidos pelo público infanto-juvenil: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados e as metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. O objetivo é reduzir 1,6 mil toneladas de sódio nos alimentos preparados nos próximos cinco anos, para ajudar no combate a doenças crônicas no país agravadas pelo alto consumo de sódio, como hipertensão e doenças cardiovasculares. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2010, a hipertensão atingiu 23,3% dos brasileiros, sendo que as mulheres são mais vítimas da doença (25,5%) que os homens (20,7%). A pesquisa, feita junto ao Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP), também mostrou que o diagnóstico se torna mais frequente conforme a idade avança - 50% das pessoas com 55 anos ou mais apresentam quadro de pressão alta. Hoje, no entanto, sabe-se que o controle do consumo de sódio pode evitar que a pressão arterial suba além da conta. A principal fonte de sódio é o sal de cozinha, mas ele está presente em muitos outros alimentos, sejam eles naturais ou industrializados, pois é um conservante natural. E o principal: não é por que o alimento é salgado que tem muito sódio. Uma pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia ouviu mais de 1.200 hipertensos e descobriu que 93% deles não sabem fazer a relação entre o sal e o sódio descrito nas embalagens dos alimentos. E 75% deles nem sequer lêem os rótulos. Isso porque o mineral fica camuflado. Sódio escondido Isoladamente o sódio não tem sabor, mas poucos sabiam disso. Geralmente os médicos costumam recomendar a redução do sal para as pessoas com hipertensão porque ele é a principal fonte de sódio. Para se ter uma ideia do quanto de sal tem em um alimento, é só multiplicar o valor do sódio no rótulo por 2,5. Um alimento com 500 mg de sódio representa 1,25 g de sal, por exemplo. No entanto, o sal não é a única forma de encontrarmos o mineral. Recentemente, a Anvisa chegou a discutir a opção de acrescentar aos rótulos a quantidade de sal, em vez da de sódio, porém, isso não foi levado a diante justamente por ter alguns alimentos que apresentam sódio, mas não sal, como é o caso do leite, por exemplo. De acordo com dados da OMS, a população brasileira consome duas vezes mais sódio do que o recomendado. Para adultos hipertensos, o consumo diário do mineral deve ser de 4g, o equivalente a uma colher de sobremesa, enquanto para não-hipertensos, bastam 6g. "O sódio precisa estar em equilíbrio com o potássio, caso contrário pode desencadear doenças cardiovasculares. Além disso, como o mineral compete com o cálcio, o uso abusivo de sódio pode levar a menor absorção de cálcio, gerando problemas como osteoporose e raquitismo, entre outros", explica a nutricionista Eliane Cristina de Almeida, da Unifesp. Por estar presente em muitos alimentos, o mineral acaba se tornando uma ameaça para a saúde organismo, na medida em que não conseguimos fazer um controle maior do quanto estamos consumindo. Se é difícil seguir esse padrão, podemos pelo menos, diminuir consideravelmente o consumo de sódio se aprendermos a olhar rótulos. Lista do Ministério da Saúde Pão francês Teor atual: 648mg/100g Meta: 586mg/ 100g Redução: 2,5% ao ano até 2014 Batata palha ou frita Teor atual: 720mg/100g Meta: 529mg/ 100g Redução: 5% ao ano até 2016 Salgadinhos de milho Teor atual: 1.288mg/100g Meta: 747mg/ 100g Redução: 8,5% ao ano até 2016 Bolos prontos Teor atual: 463mg/100g Meta: entre 204mg/100g e 332g/100g (varia conforme o tipo de bolo) Redução: De 7,5% a 8% ao ano até 2014 Misturas para bolo Teor atual: 568mg/100g Meta: 334mg/100g (aerados) e 250mg/100g (cremosos) Redução: De 8% a 8,5% ao ano até 2016 Biscoitos Teor atual:1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados) Meta: 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados) Redução: 7,5% a 19,5% ao ano até 2014 Maionese Teor atual: 1.567mg/100g Meta: 1.052mg/100g Redução: 9,5% ao ano até 2014 Outros alimentos Até 2012: Início da redução Massas instantâneas: até 1,9 grama por 100 gramas de alimento (30% do valor atual) Pães de forma: 645 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano) Bisnaguinhas: 531 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano) Até 2014 Pães de forma: até 522 miligramas por 100 g (10% ao ano) Bisnaguinhas: até 430 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano) Macarrão instantâneo "Toda a praticidade do miojo esconde um teor nutritivo baixíssimo", alerta a nutricionista Maria Fernanda Cortez. Só o tempero contém cerca de 50% do valor diário de sódio em uma dieta de duas mil calorias. Atualmente, cada 100 gramas de macarrão instantâneo produzido no Brasil apresenta entre 2.036 e 4.718 miligramas de sódio. No Canadá, a média de sódio é de 926,9 miligramas a cada 100 gramas do produto. Pão de forma Os índices dos produtos brasileiros também são expressivamente maiores. Enquanto no Canadá a média varia de 361 a 526 miligramas de sódio a cada 100 gramas do alimento, no Brasil, a mesma quantidade do produto traz entre 437 e 796 miligramas. Fast-food Campeão absoluto, além de gorduroso e altamente calórico, os fast-foods podem conter até 80% da ingestão diária de sódio recomendada."Além de aumentar a gordura e o colesterol do organismo, o sódio em excesso presente nesses alimentos podem causar a retenção de líquido, problemas cardiovasculares, aumento nos riscos de hipertensão, de celulite e de inchaço no corpo", diz a nutricionista Eliana Cristina. Comida congelada O sódio conserva o alimento, na medida em que diminui a atividade da água, impedindo o crescimento e a proliferação de micro-organismos. Além disso, alimentos congelados costumam ter o mineral em grandes quantidades para realçar o sabor dos alimentos. Salgadinho e biscoito A criançada que se cuide, pois os salgadinhos e as bolachas recheadas estão com o teor de sódio cada vez mais alto, por causa dos aromatizantes e do fermento. "É preciso criar o hábito de ler os rótulos. Assim, podemos evitar de comprar aqueles alimentos que tem muita gordura e muito sódio", ensina a especialista da Unifesp. Refrigerantes Até mesmo os diet, light ou zero são ricos no mineral, pois reduzem o açúcar, mas a quantidade de sódio continua lá presente, em alguns casos até em doses maiores do que nos refrigerantes convencionais. Cereal matinal Os cereais matinais, principalmente infantis, são ricas fontes de sódio. "Uma porção de 30 gramas de cereal, pode conter mais de 200 mg de sódio. E como a quantidade de sódio para crianças de até três anos de idade é de 225 mg do mineral, é preciso olhar os rótulos com muita atenção e até suprimir a marca do cardápio", alerta a especialista. Embutidos Salsicha, salame, linguiça, mortadela, tudo muito gostoso e prático, mas ricos em sódio. Além da gordura desses alimentos, o mineral é basicamente necessário para a conservação destes tipos de alimentos. Consumir com moderação é o segredo. Chocolate Sobremesas também podem conter alto teor de sódio. O chocolate, em geral, também usa o sódio na conservação. Chocolate branco tem mais sódio do que o amargo e o a versão ao leite, mas todos os três tipos podem trazer danos a saúde se consumidos em excesso. Carne bovina, leite e derivados O sódio é bastante abundante em alimentos de origem animal. "A carne bovina, ovos, peixes, leite e derivados já apresentam uma boa quantidade de sódio. Por isso, o tempero e o consumo em excesso deve ser medido", explica Eliana Cristina de Almeida. Alimentos naturais (feijão, cenoura, tomate, batata, acelga) Não são só os industrializados e os alimentos de origem animal que contém sódio. É possível encontrar o mineral em alguns legumes, vegetais e frutas. Feijão, soja, batata, tomate e acelga são fontes de sódio, no entanto, a nutricionista diz que as quantidades são pequenas. "O nosso corpo precisa de sódio e esses alimentos já nos fornecem a quantidade que precisamos. Se ficássemos só com eles, nosso organismo já estaria bem abastecido", explica Eliana. fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/11390-excesso-de-sodio-na-comida-transforma-coracao-em-bombarelogio?nc=hur&utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=email03

Temperos substituem o sal e deixam sua comida muito mais saudável

O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins. Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. "Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados", explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal. Alho e Cebola: Os acompanhamentos básicos de quase todos os nossos pratos fazem muito bem a nossa saúde. "O alho, por exemplo, contribui para a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol. Já a cebola inibe a ação de algumas bactérias e fungos prejudiciais ao nosso organismo e diminui os riscos de trombose e aterosclerose", diz a especialista. A duplinha também ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, estômago, próstata e fígado. Sálvia: Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. "A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves", diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras. Manjericão: A erva já é amiga da cozinha há muito tempo. Você provavelmente já a usou diversas vezes e seu gostinho inconfundível é o toque que falta em molhos vermelhos, tortas, saladas ou no clássico molho pesto. "O manjericão, além de muito gostoso, é amigo do sistema cardiovascular e acalma os espasmos da digestão. Quando utilizado em grandes quantidades, é um ótimo fortificante e antigripal." Alecrim: A planta confere um gostinho leve e especial quando usada na preparação de carnes vermelhas ou peixes. No arroz e em sopas é uma boa pedida também, perfumando o prato e a cozinha. "O alecrim faz bem porque combate o vírus da gripe e previne doenças dos rins, da retina e da catarata." Salsa: A salsinha também já é famosa conhecida de quem cozinha. Seja ela desidratada ou em folhas frescas, confere aos pratos um sabor leve e agradável, além é claro, de também ser uma aliada do nosso organismo, pois, como ensina a nutricionista, a salsa combate doenças do coração e dos rins. Pimentas: Não é só na Bahia que este condimento é popular. Há quem ame e quem não viva sem. Mas, o importante é saber que a pimenta é muito mais do que um sabor afrodisíaco. O sabor ardido é por causa da capsaicina, substância antioxidante de ação curativa. "Além de prevenir alguns tipos de câncer e de reduzir o colesterol ruim (LDL) do sangue, a pimenta também acelera o metabolismo e, por isso, auxilia no emagrecimento." Coentro: Tantos as folhas como as sementes do coentro são ricas em ferro e vitamina C, alivia indigestão e tem poder calmante. Estragão: Apesar de não ser muito conhecido, pode ser facilmente encontrado nas lojas de temperos ou até em supermercados. Suas folhinhas são parecidas com erva-doce. Experimentar estragão vai garantir um sabor novo, levemente adocicado, à comida, além de aliviar a cólica menstrual e auxiliar na digestão. Hortelã e menta: Estas duas plantinhas são na verdade parte de um mesmo gênero, a Mentha. Os sabores são muito parecidos e, por isso, ambos caem muito bem como complemento de peixes, carnes e molhos. Além de refrescantes, a nutricionista Maíra Malta nos ensina que essas plantinhas são ótimas para a digestão e proporcionam alívio para crises de bronquite, cólica estomacal e intestinal, dores, gripes e tosses. Com o tempo seco, o temperinho cai muito bem. Louro: Caldinhos de feijão, sopa de legumes e carnes recheadas ficam com um sabor todo especial quando acrescentamos duas ou três folhinhas de louro. "Além de perfumar, os chás das folhas de louro proporcionam alívio contra gases", ensina a nutricionista. Orégano: Não é só na pizza que o orégano é bem-vindo. Muitas pessoas evitam o tempero por considerá-lo forte demais, por isso, o segredo é colocar apenas uma pitadinha, combinada outros ingredientes. As folhas de orégano fresco dão ainda mais aroma ao prato. Tomilho: Esta erva é muito versátil porque pode ser usada em praticamente tudo na cozinha. Sem contar que é bom para aliviar distúrbios intestinais e prevenir inflamações. Além de muito saborosa, a plantinha é também muito bonita com suas folhas verdes em formato de coração e pequenas florzinhas. Por isso, além de usá-la como tempero, vale também investir na decoração do prato. Açafrão: Está faltando uma corzinha no seu prato? Invista no açafrão. Além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido, com tom amarelado. Muito usado na culinária Mediterrânea, o condimento tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatória que melhoram a digestão. Gengibre: Bom e velho conhecido dos japoneses, o gengibre com seu sabor picante e adocicado, pode ser usado tanto em doces como salgados, além de ser bom acompanhamento para sucos e sopas. "O gengibre tem propriedades que combatem a dor de cabeça, o enjoo e as náuseas. Por ser também um alimento termogênico, o gengibre aumenta a temperatura do corpo, obrigando o organismo a gastar mais energia", ensina a nutricionista da Unesp Maíra Malta. fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/11762-temperos-substituem-o-sal-e-deixam-sua-comida-muito-mais-saudavel?nc=izn&utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=email03

Oito alimentos que ajudam a combater a hipertensão

Doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior número de mortes no Brasil e em mais da metade dos casos ela é decorrente da pressão alta. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão, a pressão arterial elevada atinge 30% da população adulta brasileira e está presente em mais de 50% das pessoas na terceira idade. Embora não tenha cura, a hipertensão pode ser controlada e evitada com algumas mudanças de hábito. E se você já pensou "não tenho tempo para praticar exercícios ou qualquer coisa semelhante", saiba que apenas incluindo alguns alimentos em sua dieta, a prevenção e o controle já são desenvolvidos naturalmente pelo seu organismo. Confira a seguir oito desses alimentos: Aveia "A aveia faz parte do grupo dos carboidratos e é uma excelente fonte de fibras, vitaminas e minerais", explica Cátia Medeiros, especialista em nutrição clínica pelo Ganep-SP e membro da clínica Espaço Nutrição. O alimento auxilia no processo de emagrecimento por retardar o esvaziamento gástrico, o que prolonga a sensação de saciedade. Desse modo, ele auxilia no controle da glicose sanguínea, sendo uma importante ferramenta para hipertensos. Além disso, a aveia contém magnésio que, em união com o cálcio, ajuda no relaxamento da musculatura, diminuindo o inchaço do corpo. Amêndoa e noz Por serem boas fontes de magnésio, amêndoas e nozes atuam como vasodilatadores, ou seja, ampliadores dos vasos sanguíneos, o que auxilia no controle da pressão arterial. Esses alimentos também são ricos em vitamina E, um dos principais antioxidantes naturais existentes, que ajudam a retardar o envelhecimento e diversas complicações cardíacas, como explica a nutricionista Cátia Medeiros. Alimentos ricos em ômega 3 Presente em alimentos como sardinha, salmão, atum, linhaça e azeite, os ácidos graxos ômega 3 devem ser consumidos por pessoas com hipertensão em uma dose acima do valor diário recomendado normalmente, aponta a nutricionista Cátia Medeiros. Estudos comprovam que a ingestão dessa substância está intimamente relacionada à diminuição da vasoconstrição e ao aumento da vasodilatação. Em outras palavras, o ômega 3 não só dificulta a síntese responsável por contrair os vasos sanguíneos como ainda facilita a síntese que promove a sua abertura. Ervas O que a salsa, a cebolinha, o coentro, o alecrim, a sálvia, o manjericão, o louro e o tomilho têm em comum? Todos são ótimos temperos naturais e, por isso, podem substituir como nenhum outro alimento o uso do sal. "Reduzindo o sal, também há diminuição da ingestão de sódio, um dos principais vilões dos hipertensos", alerta a nutricionista Cátia Medeiros. O sódio favorece a retenção de líquidos no organismo, aumentando a pressão arterial e elevando o risco de doenças renais e cardiovasculares. Alho Ótima fonte de vitamina C, o alho tem alto poder antioxidante, atuando na diminuição de radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce, pelo câncer e até por doenças cardíacas. Além disso, a combinação de diversos elementos presentes nesse alimento, como o magnésio, auxilia - ainda que de forma singela - na dilatação dos vasos sanguíneos, reduzindo a pressão e facilitando a circulação do sangue. Cereais integrais Eles reduzem as chances de diabetes, previnem o câncer, ajudam a manter o peso e ainda são grandes combatentes da hipertensão. Motivos não faltam para incluir cereais integrais, como farelo de aveia e gérmen de trigo, na sua dieta. O grande mérito desses alimentos é a concentração de magnésio, que, segundo a nutricionista Cátia Medeiros, estimula a dilatação dos vasos sanguíneos, reduzindo, por tabela, o inchaço típico de pessoas que retêm líquidos. Alimentos ricos em potássio Se, por um lado, o sódio estimula a retenção de líquidos no organismo, aumentando a circulação sanguínea e, consequentemente, a pressão arterial, o potássio age como um natriurético, estimulando a eliminação do sódio presente no corpo. Assim, alimentos ricos nesse elemento são muito recomendados para hipertensos. "O potássio está presente no inhame, no feijão preto, na abóbora, na cenoura, no espinafre, no maracujá, na laranja, na banana e em diversos outros alimentos", explica Cátia. Leite e derivados Importantes fontes de cálcio, leite e derivados não podem ficar de fora da dieta de pessoas com hipertensão. O cálcio funciona como hipotensor, ou seja, atua na diminuição da pressão sanguínea, uma vez que estimula a eliminação de sódio. A grande vantagem desses alimentos é o fato de pequenas porções apresentarem grande concentração do mineral. A nutricionista ainda recomenda que sejam consumidas as versões desnatadas e com baixo teor de gordura, como o queijo branco. fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/13633-oito-alimentos-que-ajudam-a-combater-a-hipertensao?nc=ddb&utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=email03

Frutas vermelhas podem prevenir hipertensão arterial

Comer ao menos uma porção por semana pode reduzir o risco em 10% Uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition comprova que existem compostos bioativos nas frutas vermelhas capazes de oferecer proteção contra hipertensão. O nome do composto é antocianina. Ele pertence à família dos flavonoides e é encontrado em grande quantidade nas frutas de coloração avermelhada e arroxeada, como framboesa, mirtilo, amora e groselha. A equipe de cientistas estudou 134 mil mulheres e 47 mil homens durante um período de 14 anos. Nenhum dos participantes tinha hipertensão no início. Os indivíduos foram convidados a preencher questionários sobre a sua saúde a cada dois anos. Também foi realizada uma avaliação das dietas a cada quatro anos. A incidência de hipertensão nos indivíduos durante esse tempo foi, então, relacionada ao consumo de flavonoides diferentes de diversos alimentos (frutas diversas, chás, legumes). Quando os pesquisadores analisaram os resultados, descobriram que os participantes que comeram pelo menos uma porção de frutas vermelhas por semana reduziram o risco de desenvolver a doença em 10%. Os estudiosos afirmam que as antocianinas são facilmente incorporadas à dieta e estão presentes em muitos alimentos comumente consumidos. Neste estudo, o mirtilo foi a fonte mais rica, mas outras fontes ricas em antocianinas são groselhas, berinjelas e framboesas. A próxima etapa da pesquisa será a realização de ensaios clínicos com diferentes fontes alimentares de antocianinas para definir a dose ideal para a prevenção da hipertensão. Isso permitirá o desenvolvimento de recomendações de saúde pública orientadas sobre como reduzir a pressão arterial. 8 dicas para evitar e controlar a hipertensão Controlar a hipertensão com remédios é rotina na vida de um quarto dos brasileiros. A doença, que sobrecarrega o coração, é crônica e pode causar sérios problemas para visão, rins e cérebro, além de ser causadora de infarto do miocárdio. No entanto, pequenas atitudes podem evitar o quadro ou ajudar no controle dele. Abaixo, o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, especialista em cardiologia e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), indica uma série de hábitos que, diluídos no dia a dia, ajudam você a viver de maneira mais saudável sem depender da farmácia. 1. Verifique a pressão arterial mensalmente De acordo com o especialista, mesmo quem não sofre com a doença precisa ficar atento e medir a pressão ao menos uma vez por ano. "Cerca de 25% da população adulta é composta por hipertensos, mas a maioria deles nem desconfia disso e ignora os cuidados, podendo sofrer com problemas mais sérios no futuro", diz o médico. Não vale, entretanto, medir a pressão de qualquer jeito: - Repouse 15 minutos antes, em um lugar tranquilo - Caso tenha fumado, aguarde 30 minutos - Não fale durante o procedimento - Permaneça deitado ou sentado durante o processo - Esvazie a bexiga - Após exercícios físicos, aguarde 30 minutos - Não tome café 20 minutos antes da medição 2. Evite o excesso de peso A grande quantidade de gordura corporal também afeta o aumento da pressão arterial. Acabar com o excesso de peso é uma ótima sugestão para quem não deseja encarar riscos. "É como se o coração fosse obrigado a aumentar a força para bombear o sangue em direção aos outros órgãos. Quando o peso diminui, muitas vezes, também reduzimos a dose dos medicamentos", afirma o cardiologista. 3. Mantenha uma alimentação saudável Há uma gama de alimentos que podem desencadear ou agravar a doença. "O excesso de sal e de gorduras saturadas, assim como a ingestão de gorduras trans são amigos da hipertensão. Evitá-los é fundamental para manter a doença longe e ou para controlá-la", ressalta o médico. 4. Reduza o consumo de bebidas alcoólicas Segundo o especialista, consumir bebidas alcoólicas de forma moderada não é prejudicial para a pressão arterial, mas exagerar na dose pode causar estragos. "O consumo excessivo de álcool compromete todo o organismo, inclusive a pressão arterial", adverte o médico. 5. Acalme os nervos De forma isolada, o estresse não é capaz de causar a hipertensão, mas quando combinado com outros fatores de risco pode agravar o quadro. "Ao buscar alternativas para viver de maneira mais tranquila, o coração tende a trabalhar melhor e as doses dos medicamentos podem até diminuir", esclarece o cardiologista. 6. Abaixo a fumaça O cigarro deve ser mantido apagado - e bem longe - se o desejo é permanecer distante dos riscos da hipertensão. O fumo é um dos principais fatores de risco para doença arterial coronariana. "As substâncias tóxicas do cigarro provocam o enrijecimento das artérias, fato que compromete a passagem de fluxo sanguíneo e faz a pressão subir", afirma José Kawazoe. 7. Não tome medicamentos sem prescrição médica Nada de se automedicar e correr riscos. Os remédios de hipertensão devem ser prescritos após uma série de exames. "Cada pessoa apresenta um nível diferente de elevação da pressão arterial. Por isso, é importante ressaltar que o uso indevido desses medicamentos pode contribuir até para a piora do quadro. O remédio que funciona para um amigo, certamente não funcionará para você", alerta o especialista. 8. Hora de mexer o corpo Pessoas sedentárias têm cinco vezes mais chance de desenvolver hipertensão arterial do que indivíduos fisicamente ativos. José Kawazoe explica o motivo: "A prática regular de exercícios ajuda no controle dos níveis da pressão arterial, porque melhora o condicionamento físico do coração, fazendo com que ele não fique sobrecarregado". fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/13177-frutas-vermelhas-podem-prevenir-hipertensao-arterial?nc=xgv&utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=email03